Patagônia Aysén

Aah a Patagônia! Um dos lugares mais lindos que eu já visitei! Eu achava que a paisagem mais linda que eu já havia visto era o trajeto do deserto do Atacama ao Salar de Uyuni. Mas agora, com certeza, a Patagônia vai para o ranking de primeiro lugar!
Nós escolhemos o fim de abril para viajar pela Patagônia Aysén, ao Norte da Patagônia Chilena, abaixo da região dos Lagos. Eu havia lido que a temporada era de dezembro a abril. Não foi exatamente isso que encontramos, a alta temporada mesmo é até fevereiro, e em março alguns negócios já começam a fechar. Resultado: Tivemos paisagens lindas e maravilhosas inteirinhas só para gente! 😀
A Patagônia Aysén é um destino ainda pouco explorado, a Carretera Austral, ruta 7, foi construída no governo do Pinoche, e finalizada na década de 90. Mas em geral a estrada está em boas condições, encontramos várias máquinas arrumando as estradas durante o nosso percurso.
Mas não espere visitas guiadas com total segurança, aqui é a parte da Patagônia Roots! O que particularmente foi uma das coisas que mais me motivou a fazer essa viagem 🙂
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Segue o roteiro resumido:
1- Santiago – Balmaceda – Puerto Ingeniero Ibáñez
2- Puerto Ingeniero Ibánez – Coyhaique – Reserva Cerro Castilho – Puerto Ingeniero Ibánez
3- Puerto Ingeniero Ibánez – Puerto Rio Tranquilo – Capillas de Marmol – Puerto Rio Tranquilo
4- Puerto Tranquilo – Glaciar Exploradores – Puerto Tranquilo
5- Puerto Tranquilo – Rio Baker – Confluencia Baker com Neff – Puerto Tranquilo
6- Puerto Tranquilo – Puerto Sanches – Cochrane
7- Cochrane – Caleta Tortel – Cochrane
8- Cochrane – Glaciar Cayuqueo – Cochrane
9- Cochrane – Puerto Guadal
10- Puerto Guadal
11- Puerto Guadal – Chile Chico – Coyhaique
12- Coyhaique – Reserva Coyhaique – Río Simpson – Coyhaique
13- Coyhaique – Balmaceda – Santiago
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PRIMEIRO PERCURSO – Santiago
Tomamos um vôo de São Paulo a Santiago, e depois Santigo a Balmaceda. Em Balmaceda nós iriamos alugar um carro e seguir rumo da viagem. Nós não tinhamos muito tempo de férias, então tivemos que otimizar esse trajeto do roteiro =)
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Onde Ficar: Hostal Santiago – Muito bom o ambiente do hostel, porém muito barulhento a noite, fica na região mais badalada de Santiago, no bairro Providência próximo a a La Choscana – residência que pertenceu ao Pablo Neruda. Nós tinhamos apenas 5 horas de descanso e devíamos retornar ao aeroporto. Para esse curto período estava OK 🙂
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Ruta 7
Ruta 7
DIA 1
Finalmente rumo a Patagônia! Embarcamos no primeiro vôo Santiago – Balmaceda. O vôo foi direto, mas geralmente faz uma parada em Puerto Montt. Esse dia o vôo foi direto pois o vulcão Capulco estava em erupção na região dos Lagos e nenhum avião se atrevia a passar lá por perto. Mas ainda bem que tivemos autorização para voar rumo a Balmaceda 🙂
O Aeroporto Balmaceda – pequeno, e parece que só há ele na cidade. Inclusive contamos que teria uma caixa eletrônico no aeroporto e não havia! O aeroporto só funciona no horário de desembarque e embarque, fora isso todos os funcionários saem e o aeroporto vira um marasmo só. Soubemos disso pois tivemos que esperar o agente da empresa de aluguéis de carro chegar, e nem o policial, a moça da loja de artesanato, ou do centro de informações ficaram, foram embora. Enfim, pegamos estrada, rumo a Puerto Ingeniero Ibanez!
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Caminho ao Baker
PUERTO INGINIERO IBANEZ
A estrada de Balmaceda a Ibanez era muito boa e toda asfaltada. O cenários de todo o caminho haviam paisagens incríveis, principalmente na região da reserva de Cerro Castilho. Chegamos a Ibanez em 1h30, e a cidade é muito linda, porém, era um domingo a tarde e quase todos os estabelecimentos estavam  fechados, só os mercadinhos estavam abertos. Nos hospedamos nas Cabanas Patagônia Bordelago, uma das melhores da região. Pedimos informações de passeios para se fazer, porém a moça responsável pelas cabanas não sabia nos informar e pediu que procurássemos no dia seguinte o centro de informações turísticas da cidade.
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Caminho a Puerto Ibanez
Caminho a Puerto Ibanez
Caminho a Puerto Ibanez
Caminho a Puerto Ibanez
Caminho a Puerto Ibanez
Caminho a Puerto Ibanez
Caminho a Puerto Ibanez
Caminho a Puerto Ibanez
Caminho a Puerto Ibanez
Cuesta del Diablo – Carretera Austral
*Pôr do Sol em Puerto Inginiero Ibanez
Pôr do Sol em Puerto Inginiero Ibanez
Pôr do Sol em Puerto Inginiero Ibanez
Pôr do Sol em Puerto Inginiero Ibanez
Pôr do Sol em Puerto Inginiero Ibanez
Pôr do Sol em Puerto Inginiero Ibanez
DIA 2
RESERVA CERRO CASTILHO
Assim fizemos no dia seguinte mas não havia ninguém. O comércio em geral abre tarde, por volta das 10hs. Tentamos encontrar algum caixa eletrônico em Ibanez e também não havia, apenas um negócio que eles chamam de Caja Vecina, que alguns comércios permitem fazer saques e depósitos (geralmente  minimercados, como o Javier e o Emanuel) mas funcionam apenas para pessoas que possuem conta no banco nacional do Chile. Assim tivemos que ir até Coyaque para sacar dinheiro, pois eram raríssimos os lugares que aceitavam cartão, inclusive os hotéis. PRIMEIRA LIÇÃO: Não conte com estabelecimentos que aceitem cartão ou caixa eletrônicos, saque todo o dinheiro necessário para essa rota.
Na volta de Coyaque a Puerto Ibanez, passamos pela reserva Cerro Castilho. A princípio passamos na ida por volta das 11hs e não havia ninguém a vista. Voltamos na parte da tarde as 16:30 e encontramos o guarda florestal, ele disse que para caminhar não precisava de ingressos, que era apenas para entrar, e que as atividades, como cavalgadas, já estavam encerradas. Assim fizemos! Havia uma área de camping, banheiros e lanchonetes, e algumas trilhas. A paisagem era muito bonita, e pelo que o guarda florestal nos orientou o passeio por toda a reserva era livre, você pode atravessar as montanhas sem problema algum.
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Puerto Ibanez
Puerto Ibanez
Coyhaique
Coyhaique
Reserva Cerro Castilho
Reserva Cerro Castilho
Reserva Cerro Castilho
Reserva Cerro Castilho
Reserva Cerro Castilho
Reserva Cerro Castilho
Reserva Cerro Castilho
Reserva Cerro Castilho
Reserva Cerro Castilho
Reserva Cerro Castilho
Onde ficar: Cabañas Patagônia Bordelago
Onde comer: encontramos apenas um lugar aberto, El Cata. A comida era caseira e estava Ok para quem tem fome. Comemos empanadas.
O que fazer: Reserva Cerro Castilho: Funciona das 9:30 – 13:3014:30 – 17:30
Quantos dias para conhecer: 1
Pontos altos: Pôr do sol
Posto de gasolina: Não há – porém havia um mercadinho que vendia combustíveis
Caixa eletrônico: Não háImagem em Branco
DIA 03
PUERTO TRANQUILO
Fizemos o trajeto de Puerto Inginiero Ibanez a Puerto Tranquilo em 3hs, lembrando que não estamos de 4×4, alugamos um Chevrolet Sail Sedan. Até Ibanez a estrada era asfaltada, mas a partir da Villa Cerro Castilho a estrada é de chão batido. Tinham algumas pedras mas esta tranquilo para um carro baixo, era só ir devagar. Chegando em Puerto tranquilo a estrutura da cidade era bem mais ampla que Ibanez, tinha até posto de gasolina e alguns lugares aceitavam cartão de crédito. Nos hospedamos na pousada La Rinconada, belíssima e com um custo benefício muito bom também!
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Chegando em Puerto Tranquilo
Chegando em Puerto Tranquilo
Assim que chegamos era por volta de 13hs e já avistamos na avenida principal em frente ao Lago General Carreira vários pequenas agências de turismo, em containers e kombi, oferecendo os passeios as Capelas de Mármore e os outros treckings da região. Por estar em baixa temporada havia apenas uma dessas agências abertas, e lá fomos nós a visitar o grande atrativo da Patagonia Ayses, as famosas capelas de mármores!
É um passeio bem curto, dura em média 1:30h. As cavernas são realmente incríveis, e as embarcações chegam a entrar nelas, é fantástico! O mármore é lindo, essas cavernas foram esculpidas com ação das lavas vulcânicas a milhares de anos atrás. Nessa nossa visita a água estava bem alta (comparado a algumas fotos que eu havia visto antes) o guia nos explicou que a época em que o lago está mais baixo é em setembro, onde até se pode descer do barco e andar pelas cavernas e capelas de mármore. Assim encerramos felizes nosso primeiro dia de aventuras Patagônicas! E já fomos atrás de agendar o trecking pelo Glaciar Exploradores para o dia seguinte, o único lugar que encontramos aberto foi o El Puesto. Eles também possuem hospedagem e dispõem de uma infraestrutura muito boa também, porém são quartos e não Cabañas, e também achei muito caro o preço, prefirimos o Lá Rinconada com uma cabana apenas para gente é um custo menor que um quarto para solteiro no El Puesto. Mas de qualquer forma, se forem fora de temporada o El Puesto é uma boa escolha para se encontrar atividades para fazer na região.
No fim do dia fomos descansar e apreciar cerveja artesanal da região Cerveza Arisca na Cervezaria Rio Tranquilo. A cerveja era muito boa! Das melhores que experimentamos na região ( como Austral, Kurzman, Dolbek). Eles também possuem vários pratos regionais, vale experimentar 🙂
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Capillas de Marmol - Puerto Tranquilo
*Capillas de Marmol – Puerto Tranquilo
Capillas de Marmol
*Capillas de Marmol – Puerto Tranquilo
Capillas de Marmol
*Capillas de Marmol – Puerto Tranquilo
Capillas de Marmol - Puerto Tranquilo
*Capillas de Marmol – Puerto Tranquilo
DIA 4
GLACIAR EXPLORADORES
Levantamos a 8hs da madrugada ( sim! Porque aqui o sol começa a nascer as 9hs) para fazer o trecking as 9hs. A moça do El Puesto pediu para passarmos lá antes de pegar a estrada para o Exploradores. Como a temporada estava baixa, ela havia pedido para irmos com o nosso carro e ainda demos carona a um Chileno, o Carlos, que estava sem transporte até o Glaciar também. Polaina para proteger tornozelos e grampões na mochilas, estávamos pronto para aventura! Tivemos que escalar a “Morena” nome que se dá as montanhas de minérios que está sobre o Gelo Negro, e que divide as terras Patagônicas dos Glaciares. Confesso que a parte de escalada da Morena foi a mais difícil do trajeto! Esqueci de comentar que o tempo estava horrível! Nublado e com chuva fraca, mas optamos mesmo assim em fazer o trecking pois os outros dias estariam mais nublados ainda. Colocamos os grampões e saímos andando pelo gelo! Essa foi a parte mais bacana do dia! O gelo bem branquinho era como estar andando sobre uma nuvem iluminada! Nessa hora a chuva deu uma trégua e deixou o sol aparecer um pouco.
O difícil foi voltar e escalar toda a Morena novamente.
No fim do dia fomos cenar em um restaurante que uma senhora nos recomendou, segunda ela: “A comida é simples, o chef é novo e a comida é muito gostosa!” Confesso que foi a melhor comida da viagem! Merluza con Salsa
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Glaciar Exploradores
Glaciar Exploradores
Glaciar Exploradores
Glaciar Exploradores
Glaciar Exploradores
Glaciar Exploradores
Glaciar Exploradores
Glaciar Exploradores
DIA 5
CONFLUENCIA DO RIO BAKER COM O NEFF
Tentamos de todas as formas fazer o passeio da Laguna San Rafael, mas as 3 agências que faziam o trajeto já não estavam mais trabalhando, perguntamos a vários guias locais o que poderíamos fazer e como os portos estavam fechados nesse dia devido ao mal tempo, nos recomendaram ir até Bertrand para ver a Confluencia do Rio Baker com o Neff. Assim fomos. Sem querer encontramos o Carlos perambulando pela cidade ( a cidade é pequeninissima não tem muito como fugir mesmo!) então oferecemos carona a ele até Bertrand onde ele estava hospedado. Acabou que ele seguiu com a gente até a Confluencia! O bom do nosso mais novo amigo é que enriqueceu muito o nosso vocabulário! Antes de chegar a Confluencia acompanhamos o nascer do Baker e a cor do rio é simplesmente apaixonante! É como um turquesa vibrante ao sol! É o rio mais caudaloso do Chile. Quando chegamos a Confluencia havia um sendero (uma trilha) que levava até as margens do Rio. A paisagem era simplesmente sensacional! Ficamos por horas admirando, pois levamos comida e fizemos um piquenique lá.
Na volta passamos deixar o Carlos no BordeBaker, que é um longe construído a menos de 1 ano e era linda as Cabañas e toda a estrutura!

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Caminho ao Baker
Caminho ao Baker
Caminho ao Baker
Caminho a Confluencia – Baker & Neff
Caminho ao Baker
Caminho a Confluencia – Baker & Neff
Cabañas Baker
Cabañas BordeBaker
Confluencia do Rio Baker com o Neff
Confluencia do Rio Baker com o Neff
Confluencia do Rio Baker com o Neff
Confluencia do Rio Baker com o Neff
Confluencia do Rio Baker com o Neff
Confluencia do Rio Baker com o Neff
Confluencia do Rio Baker com o Neff
Confluencia do Rio Baker com o Neff
Onde ficar: Cabañas La Rinconada – $35.000 a diária
Onde comer: RucaManque
Onde beber: Cervezaria Rio Tranquilo
O que fazer: Visita as Catedrais de Mármore, Puerto Sanches, trecking no Glaciar Exploradores, Laguna San Rafael
Quantos dias para conhecer: 3 a 4 dias
Pontos altos: Catedrais de Mármore e Glaciar Exploradores
Posto de gasolina: Há, Copec
Caixa eletrônico: Não há
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DIA 6
No dia seguinte arrumamos as malas e acordamos cedo para fazer nosso último passeio em Tranquilo antes de sai sair rumo a Caleta Tortel. Fizemos o passeio ao que apelidamos de ‘Nave’ ate Puerto Sanches, era uma outra região menos badalada mas que também havia várias cavernas de Mármores. A lancha que nos levou até lá, era um modelo Sueco onde você conseguia ver o fundo do lago durante toda a navegação,  era impecável o barco! O passeio valeu mais pela infra estrutura da ‘nave’, foi super rápido, 1h, e no caminho passamos por uma ilha onde estava sendo construído um hotel subterrâneo em uma das cavernas de mármore, já haviam 2 anos e a construção ainda não estava pronta, mas aposto que será uma experiência incrível!
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Caminho a Cochrane
Caminho a Cochrane
Caminho a Cochrane
Caminho a Cochrane
COCHRANE
Enfim rumo a Caleta Tortel! Fizemos uma pequena parada para tomar um café da tarde em Cochrane e advinha? Paramos e carro e descobrimos que o pneu furou, voilà! Corri em busca do dicionário para saber como se falava pneu e borracheiro em espanhol para pedir ajuda, e encontramos o ” gomero para arrumar el neumático”. Assim tivemos que alterar um pouco nossa rota e dormir em Cochrane até que o pneu ficasse pronto. Já havíamos feito uma reserva para o dia seguinte em Cochrane e então procuramos esta mesma hospedagem, eram as Cabañas Choike Huapi, do Patrício Salinas e sua esposa. A cabana era enorme de frente para as montanhas e ainda a energia da família era fantástica! Assim mudamos completamente nosso planos, e passamos 3 noites em Cochrane.
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DIA 7
COCHRANE – TORTEL
Trocamos o pneu e saímos bem cedo rumo a Tortel, a ideia foi fazer um bate volta para conhecer a cidade. A estrada até Tortel foi a pior que pegamos, e havia o risco do rio Baker encher devido à chuva e interditar o caminho. Dizem que em Tortel chove 300 dias ao ano! Índice pluviométrico gigante. Após 3horas chegamos a cidade, e haviam pouquíssimas pessoas. Não sei bem o porquê mas haviam muitos cachorros, e eles ficavam nos seguindo em todo lugar que iríamos. Acho que com poucos turistas eles ficam seguindo as pessoas até a hora delas darem algum tipo de comida talvez. Fora os cachorros e a chuva, a cidade é bem bonitinha, você deixa o carro na entrada da cidade e anda pelas passarelas flutuantes. Em alta temporada eles fazem excursão à Isla los Muertos. Mas não mais que um dia, ou uma tarde, já é suficiente para conhecer a cidade.
Voltamos para Cochrane e agendamos um trecking pelo Glaciar Calluqueo para manhã seguinte com um amigo do Patrício.
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Caleta Tortel
Caleta Tortel
Caleta Tortel
Caleta Tortel
Caleta Tortel
Caleta Tortel
DIA 8 
GLACIAR CAYUQUEO
Acordamos cedo e nos preparamos para conhecer o Glaciar Cayuqueo. É uma turismo alternativo e começou a ser explorado a pouco tempo, desde 2012. Nós mesmos fomos os primeiros brasileiros a subir o Glaciar! Que orgulho! A parte de subida da Morena foi mais tranquila que a dos Exploradores ( o guia Antônio disse que até aqui uma família brasileira havia ido) a parte de subir a geleira para compensar foi bem mais difícil, o gelo era bem mais duro que no Exploradores, assim tivemos que fazer mais força com as pernas e o impacto fez começar a doer minha lombar. Maaaas fomos até o fim! Felizes e orgulhosos! No auge da subida o Antônio levou alguns snakcs e whisky servido com gelo milenar! Foi perfeito!
Para comemorar a noite fomos jantar no Adas, grande aconchegante, com comidas, drinks, e apreciamos algumas Margaritas.
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Glaciar Cayuqueo
Caminho ao Glaciar Cayuqueo
Caminho ao Glaciar Cayuqueo
Caminho ao Glaciar Cayuqueo
Glaciar Cayuqueo
Glaciar Cayuqueo
Travessia Glaciar Cayuqueo
Travessia Glaciar Cayuqueo
Glaciar Cayuqueo
Glaciar Cayuqueo
Glaciar Cayuqueo
Glaciar Cayuqueo
Travessia Glaciar Cayuqueo
Travessia Glaciar Cayuqueo
Glaciar Cayuqueo
Glaciar Cayuqueo
Onde ficar: Cabañas Choike Uapi $35.000 a diária
Onde comer: Ada’s
O que fazer: Glaciar Cayuqueo
Quantos dias para conhecer: 2
Posto de gasolina: Há, Copec e Petrobrás
Caixa eletrônico: Há (porém não conseguimos sacar)

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DIA 9
PUERTO GUADAL
Saída de Cochrane rumo a Puerto Guadal, o caminho mais uma vez era lindo! Novamente beirando o rio Baker, vimos sua cor azul turquesa e a Confluencia, dessa vez sem descer o sendero, apenas admirando do alto. O caminho foi rápido, talvez por já conhecê-lo! Chegamos em Puerto Guadal, havia um pueblo, alguns mercadinhos e a nossa Cabana dessa vez era um Lodge, o objetivo era descansar um pouco das nossas aventuras! Ficamos hospedados no Terra Luna, nossa varanda tinha uma vista incrível para o Lago General Carrera e as montanhas cobertas com gelo. Como era fora de temporada, havia apenas uma funcionária no dia que estávamos lá, a Benha, um amor de pessoa! Ela era carta branca, fazia de tudo, recepcionista, camareira, e chef de cozinha! À noite fomos jantar no restaurante do hotel e a comida da Benha era deliciosa! De entrada ela serviu um creme de brócolis com queijo, prato principal um vacuno com pimentões refogados, cenoura e outros legumes, e de sobremesa blueberries com sorvete e um toque de chocolate derretido.
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Puerto Guadal - Terra Luna
Puerto Guadal – Terra Luna
Puerto Guadal - Terra Luna
Puerto Guadal – Terra Luna
Puerto Guadal
Puerto Guadal
Puerto Guadal - Terra Luna
Puerto Guadal – Terra Luna
Puerto Guadal
Puerto Guadal
DIA 10
Aproveitamos o dia para ir caminhando até o pueblo de Guadal, não estava muito distante do Lodge, era uma bela caminhada pois o dia estava lindo, céu azul sem nuvens! Compramos alguns ingredientes para fazer o almoço, e desfrutamos à vista da nossa varanda com vinho Carmenere e a nossa comida 🙂 No fim da tarde havíamos reservado as termas do hotel, que foi o ápice do dia! Águas calientes do General Carrera em frente ao General Carrera assistindo o pôr do sol!
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Onde ficar: Terra Luna Lodge $60.000 a diária
Onde comer: Terra Luna Lodge
O que fazer: Confluência do Rio Baker com Neff, Termas, Sauna, e muitos dos passeios que há em Puerto Tranquilo você também encontra aqui, porém um pouco mais caro.
Quantos dias para conhecer: 2
Posto de gasolina: Há, Esso e Petrobrás
Caixa eletrônico: Não há
 …
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DIA 11
CHILE CHICO – COYHAIQUE
Arrumamos nossas malas e rumo a Chile Chico para pegar a balsa até Ibánez e assim fechávamos o ciclo ao redor do General Carrera! É um ferry que dura 2 horas e é bom consultar sempre os horários no site, pois em baixa temporada pode ser que alterem, na terça feira por exemplo só havia uma só balsa. Tentamos fazer a reserva pelo site, e a princípio estava feita, mas quando fomos pagar o atendente falou que não valia, que só vale se for um dia antes pagar ( mas na reserva dizia 1h antes) enfim, deu certo e compramos na hora. Chile Chico é uma cidade bem estruturada mas não recomendo para fazer um passeio turístico, não há muito o que fazer. Pegamos a balsa e chegando em Ibanez seguimos pela Carretera Austral até Coyhaique.
Em Coyhaique ficamos na cabana da Sandra que havíamos reservado pelo AirBnB. Achávamos que era um quarto em uma casa de família, mas chegando lá vimos que era como um hotel com várias cabanas! Tudo bem que foi mais conforto pra gente, só perdemos porque acharíamos que ficaríamos trocando uma ideia com eles, como sobre as pessoas da cidade, o que fazer etc.
À noite fomos ao Adobe, um bar novo na cidade é um dos melhores dessa nossa aventura. O ceviche de Atum tinha toques de gergelim torrado, muito gostoso! Pedi um Mojijto de Morango para acompanhar 🙂

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DIA 12
RESERVA DE COYHAIQUE & RIO SIMPSON
Tentamos alugar bicicletas para ir até a Reserva de Coyhaique, mas um estabelecimento tinha apenas 1, e os outros estavam fechados. O jeito foi fazer o city tour de carro mesmo 🙂
Visitamos o Mirador do Rio Simpson e fizemos duas trilhas da Reserva De Coyhaique. Há três pequenas lagunas no parque.
No retorno à cidade paramos para apreciar mais uma vez a cerveja artesanal da Região de Puerto Tranquilo, na cervejaria Arisca, e comemos um delicioso sanduíche de Churrasco, com vacuno, cebola caramelizada, queijo e temperos regionais.
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Coyhaique
Coyhaique
Coyhaique
Reserva Coyhaique
Coyhaique
Mirador Rio Simpson – Coyhaique
DIA 13
Esse dia foi pouco programado, tanto que nos perdemos na data de retorno e nem se quer havíamos reservado cabana, por sorte a Sandra tinha mais um dia disponível pra gente!
Fizemos um pequeno passeio pela carreteira Austral sentido norte para apreciar a paisagem e depois voltamos a cidade pra encontrar um restaurante – era feriado de primeiro de maio.
Compramos uma bela garrafa de 1,5l de Concha y Toro Carmenére e nos despedimos do pôr do sol de Aysén.
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Onde ficar:  AirBnB – Sandra Haro
Onde comer: Cerveceria y Restaurant Arisca, Adobe
O que fazer:Reserva Coyhaique, Mirador Rio Simpson, há várias agências em alta temporada que podem oferecer mais passeios nas proximidades.
Quantos dias para conhecer: 1 a 2 dias
Posto de gasolina:
Caixa eletrônico: 
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Comentários gerais: A viagem foi fantástica! Sem dúvidas eu recomendaria um milhão de vezes!
Puerto Tranquilo, Cochrane e Puerto Guadal foram o ápice da viagem!
O que eu recomendo se eu voltasse em uma próxima vez: tentaria ficar em uma Cabana as margens do Rio Baker que é apaixonante 🙂
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